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  • Patrícia Segurado Nunes

Divórcio e Separação


É comum observarmos até em situações sociais casais divorciados em que as dificuldades, os problemas e a discórdia são evidentes.


O fim de um casamento ou de um relacionamento é sempre uma situação de ansiedade. Ainda que haja comum acordo e racionalmente o casal considere ser a melhor opção, um divórcio é sempre uma separação e consequentemente existe uma perda e uma relação da qual é necessário fazer um luto.


Neste sentido, alguns divórcios parecem continuar para sempre, com zangas e litígios infindáveis. É muito frequentes os casais que disputarem sobre a divisão dos bens, muitas vezes coisas de valor, como casas ou carros mas também outras sem aparente importância, como um prato específico ou um eletrodoméstico. No fundo são comportamentos reflexo de dificuldades internas em lidar com a separação. Aquele prato pode ser o único elo àquela pessoa com quem se partilhou uma casa, um tempo de vida, em quem se investiu afeto.


Este processo é, assim, suscetível de trazer uma gama de emoções dolorosas, difíceis e até confusas, que são influenciadas pelas características pessoais e familiares de cada um dos elementos do casal e que, consequentemente, também interferem na vida futura de quem passa por este processo.


A recomendação de uma Terapia de Casal é nestes casos muito importante. Não se trata de procurar uma reconciliação conjugal mas destinada a re-estruturar as relações entre os parceiros ou cônjuges. Os profissionais especializados em Terapia de Casal estão capacitados para ajudar os casais a reajustar a sua relação a partir deste mal-estar emocional e a criar a satisfação e bem-estar numa nova e diferente relação. Este é um tipo de Psicoterapia é imperativo quando há crianças envolvidas.


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